Archive for março \31\UTC 2010

h1

Quando a masturbação começa a fazer mal?

31/03/2010

Horas e horas de porta fechada, vídeos no computador, na TV de madrugada ou simplesmente imaginação com conhecidos, desconhecidos, coisas bizarras que aparecem na mente, nas mãos secas ou com ajuda de lubrificantes (KY ou lubrificantes a base de óleo), com chuveirinho ou bidê (no caso das meninas)… Quem nunca teve seus 13, 14 ou 15 anos? (Idade auge da masturbação, de acordo com pesquisas não oficiais, mas sim conversas de amigos e amigas, com direito a bastantes risadinhas, rostos corados, confissões e sorrisos de nostalgia. Não que essas coisas só aconteçam nessa fase, mas é nesse período que as coisas começam a “aflorar”, se descobrir, sentir e essas coisas…)

Masturbação que tem definição simples no dicionário de bolso: “Auto-Satisfação Sexual”.
Não tem muito segredo, ninguém ensina, é algo intimamente relacionado à descoberta, ao toque a intimidade. A masturbação é nomeada por alguns psicólogos como: “O treino para o Sexo”.

Porém existem aqueles que “treinam demais”, digamos assim. A masturbação é um processo saudável, não faz mal nenhum e seus benefícios são muito parecidos com os do sexo em si, mas claro sem exageros. – Quando perceber que se está exagerando?
Médicos e psicólogos respondem que em dois casos a masturbação pode estar fazendo mal:
1- Falta de vida social – Quando se deixa de sair com os amigos, pro exemplo, para ficar sozinho no quarto. Isso pode ser um mau sinal.
2-Lesões nas partes intimas – Encontra-se na ponta do pênis e em grande parte da vagina um tipo de “tecido” extremamente sensível ao toque. Por isso o atrito muito intenso, unhas cumpridas, mãos ou objetos não higienizados ou inapropriados, podem acabar formando feridas, cortes ou pequenas lesões nas partes íntimas.

Esses são dois casos extremos, exagerados e muitas vezes feitos de forma errada. Caso apresente algum desses sintomas, o melhor seria procurar auxílio de um Médico. Mas se você não está enquadrado em nenhum desses casos, bom sinal, vida saudável,  tranquila, provavelmente divertida e prazerosa…

“Tudo em exagero faz mal”- quem é que nunca ouviu a própria mãe falar isso? . Por isso lembre-se dessa dica materna para Tudo (porém, tentando ao máximo esquecer, especificamente nesse caso, quem foi que disse isso… Por favor), relaxe e… Mãos á obra!

 

Por Eduardo Medeiros

Anúncios
h1

Blues & Jazz e diversão

30/03/2010

Na última Quarta-feira (dia 24), aconteceu no Bourbon Street em São Paulo, mais uma festa da revista Blues n Jazz, um portal de notícias sobre música especializado em … é… Blues e Jazz. Em qualquer ocasião, uma noite no Bourbon Street promete diversão e boa música, e com as atrações da noite, isso não poderia de forma alguma ser diferente. A festa era uma comemoração pelo lançamento do segundo álbum de Igor Prado, “Watch Me Move!” nos EUA, Europa e também no Brasil.

A abertura do show, foi feita pela banda do saudoso Giba, a The Kingsizes, prestando uma homenagem a lenda do Blues texano Freddie King. A banda estava afiadíssima! Giba entrou no palco solando poucos minutos após a banda começar a tocar a melodia de Big Legged Woman, e encarnou dos pés a cabeça o homenagiado: de terno de seda azul, guitarra semi-acústica, e timbre de voz e guitarra. Apesar de curto, o show foi o primeiro dos dois motivos pelos quais eu fui até o Bourbon Street, e não havia jeito melhor de começar a noite, com um blues quente e tocado com o coração.

O segundo motivo pelo qual eu fui ao Bourbon: “Quem é Igor Prado?!”. Essa pergunta foi respondida em 20 segundos de show. A banda de Igor Prado tem percorrido circuitos de shows nos Estados Unidos, Canadá e Europa, com críticas extremamente positivas em todos os países que passa. Com um Blues bem fundamentado no Swing, Jive e Jazz, Igor Prado incendiou o pequeno palco da casa noturna e fez jus às críticas positivas das revistas especializadas em guitarra e  blues de várias partes do mundo.

Apesar de ter aquele aspecto de estilo musical ultrapassado para os que não estão acostumados com a temática, o Blues parece se reinventar a cada músico que o interpreta, a cada fase da vida de cada artista. As temáticas de dor, saudade, pressão, amor e morte, simplesmente mudaram de objeto: antes, nos algodoais, onde os negros cantavam trechos e estrofes uns para os outros nos campos sobre suas dores e necessidades, depois a maior das temáticas se viraram para o amor (ou a falta dele).

Buddy Guy, em 2009

Artistas como B.B. King, Buddy Guy, Ray Charles, Muddy Waters e Albert King trouxeram o Blues dos cantos e violões surrados para as cidades movimentadas, temperaram o estilo com influencias de Jazz, e o eletrificaram. Não somente o eletrificaram, como tornaram o Blues a base da musica contemporânea norte americana. Tudo que foi já feito por lá na música popular vendável a partir dos anos 50 até hoje, é baseado, ou sofreu influência do estilo musical (até aquele punk sujo e barulhento que seu vizinho da frente ouve a tarde toda).  Enquanto falava com colegas sobre influências musicais, me deparei com o seguinte: porque a maioria de nós jovens, geração Y, ouvimos apenas os extratos, o mastigado, o influenciado, e não ouvimos de onde vem as reais vozes que fazem as músicas de hoje?

Independente de questões sociológicas e antropológicas, aconselho a qualquer um pegar qualquer álbum de Albert King, Albert Collins ou B.B. King, e traçar dois caminhos: uma retrospectiva pelos artistas americanos que você gosta, até achar alguma relação com os mestres do Blues (caso não chegue, você pulou alguém!!!), e uma introspecção, pois poucas coisas são tão boas quanto parar tudo que está fazendo, e somente ouvir um bom Blues tocado com o coração.

Para Por no Som, com calma, tranquilidade, The Thrill Is Gone, de B.B. King

por Leonardo Rodrigues

h1

A música do computador e a volta das bolachas

27/03/2010

Que a indústria da música passa por uma crise já há algum tempo, todo mundo sabe. Aqui no Brasil a pirataria teve grande participação na queda das vendas de cd’s e dvd’s. Mas como no resto do mundo, o maior ‘culpado’ pela revolução na forma de consumir música é a Internet, com a facilidade de baixar músicas, álbuns e discografias inteiras sem sair de casa, as pessoas que ainda gastam 30 reais pra comprar um álbum são poucas. Os que eu conheço que fazem isso, ainda abrem exceções, só compram da banda preferida ou um disco antigo pra colocar na coleção.

De forma legal ou ilegal, o download no computador se tornou hábito pra quem gosta de música e pode em poucos minutos, conseguir várias delas para ouvir aonde quiser.Por conta disso, muitas gravadoras e artistas perceberam que o melhor é usar Internet como aliada e não agir contra ela (por exemplo, na briga Napster x Metallica, se não conhece o caso vale a pena pesquisar). Se comunicar com os fãs fornecendo notícias, fazendo promoções, vendendo músicas e produtos e permitindo uma interação maior, são ações que satisfazem milhares de fãs que visitam o site e ainda contribuem para a carreira do artista.

Em 2007, o grupo inglês Radiohead soube aproveitar o momento e foi além. O álbum In Rainbows só foi lançado fisicamente, com capa e embalagem, três meses depois do lançamento digital, que ainda inovou permitindo ao comprador escolher o preço que ele pagaria pelas dez músicas. Com essa estratégia de marketing, o grupo chamou a atenção de todos e ainda lucrou com a venda digital e física, que trouxe faixas extras e um livro.

É até engraçado comparar esse exemplo com o que acontecia até pouco tempo atrás. Para ouvir ao material mais novo que uma banda havia gravado meses antes, era preciso esperar o dia do lançamento. Eu mesmo vivi essa situação algumas vezes, saía de casa direto pra loja e  já procurava a estante de promoção do álbum com as cores da capa e o nome da banda. Chegando em casa, a única coisa que importava durante uma hora era por o cd pra tocar e ficar no quarto ouvindo até o fim.

Esse objeto de desejo de um passado não muito distante, o compact disc (cd), surgiu oficialmente em 1982 como grande substituto dos vinis. A disputa entre eles nem durou muito, trocar aquele disco grande por um bem menor e qualidade de som superior foi fácil. Já na metade dos anos 90, os LP’s viraram artigo de colecionador.

Mas parece que agora a moda é ressuscitar os bolachões, há alguns anos é possível encontrar nas grandes lojas um setor com vinis de discos clássicos remasterizados e também lançamentos de trabalhos novos neste formato antes desprezado pela indústria. Para os entusiastas desse revival, no vinil você encontra uma qualidade sonora superior ao cd, com sons mais nítidos e próximos da realidade, e ainda um encarte com ares de obra de arte. Para os artistas e gravadoras a idéia também é perfeita na luta contra a pirataria e busca de uma sobrevida para indústria fonográfica, que ultimamente só passa por prejuízos.

Ah, mas calma, não adianta correr atrás dos novos LP’s que estão sendo lançados, escolhe bem qual você vai querer primeiro por que o preço ainda não é muito convidativo. E segundo, e mais importante, é bom lembrar que pra tocar um vinil é preciso ter um toca discos, olha só! Portanto, trate de se atualizar (?) e vá atrás daquele que está esquecido no sótão ou na casa da sua avó e aproveite esta experiência que seus pais e tios tinham há algumas décadas atrás.

Pra por no som, Radiohead com Bodysnatchers:

Por Diego Menezes

h1

“Ninguém é sério aos 15, 16 e 17 anos”

24/03/2010

Samir Bravo(Sam), Lucas Lacerda (lucão) e Eduardo Medeiros (Dú) - Festival do colégio Ofélia Fonseca - 2004

 

Lembro com muito gosto dos meus tempos de banda, de ensaios na Teodoro, das tardes com o ouvido colado na caixinha de som, o baixo pesando nas mãos e horas e horas de pratica  até sair aquele acorde certinho, até se descobrir que nota era que se tocava, o que aquela letra queria dizer… Boas lembranças, e a lembrança mais gostosa de todas é sem dúvidas as conversa que tínhamos, comendo pizza de padaria e bebendo coca-cola quente discutindo qual seria o nome da banda, o que tocar no festival do colégio, o que as pessoas iriam pensar de nós, fazer planos divertidos como futuras parcerias com nossos ídolos, ganhar um bom dinheiro, se divertir, conhecer o Brasil e claro… Meninas, meninas e meninas- Sabíamos que era bobo, mas aquilo era real, nos sentíamos reis.

Eu gostava de cantar, nunca fui o melhor cantor do mundo, também não era péssimo, mas me sentia bem fazendo aquilo… A música ia rolando, meus amigos dando o melhor de si e aquele microfone imenso na minha frente dizendo: “Vai!” – Rolava legal, aí ouvia-se outra voz no outro microfone fazendo backing vocal, cantando outra parte ou ao contrário… Era bom.

Mas aí veio a parte difícil. A relação de banda às vezes se torna mais íntima e próxima do que muita relação de família.  Vêm as alegrias, mas por outro lado aparecem conflitos, desentendimentos, brigas e até criancices… De todos. Aí decidimos dar um tempo, que era para ser um mês, mas acabou sendo “para sempre”… Decidimos manter-nos amigos sem banda, ao invés de brigarmos todos e acabarmos com a banda e principalmente a amizade. Éramos jovens, não sei como seria se tentássemos de novo. Eu confesso que estou enferrujado, mas ainda pego meu baixo para brincar nas tardes de tédio. Porém, não sei se seria igual… Aquela descoberta, aquelas festas, as composições bonitas aparecendo em quatro acordes… Isso seria quase impossível. Foi bom enquanto durou. Recomeçar? Difícil… Um desafio, mas um desafio que tem que ser divertido, inocente, devagar… Difícil… Remotas chances.

Não virei um rockstar, não fiz nenhum grande show, não consegui nenhuma menina porque estava em uma banda, não ganhei dinheiro, não entrei para história… Mas só de lembrar das conversas, da convivência, das histórias, das brigas, dos amigos, dos planos e do sorriso dos meus pais super orgulhosos enquanto a gente tocava no pequeno e simples festivalzinho do colégio já me faz pensar que foram alguns dos momentos mais inesquecíveis da minha vida – Valeu a pena.

Por Eduardo Medeiros

h1

De tempos em tempos, um rosto novo aparece

22/03/2010

Vocês leitores, assistiram ao documentário dos últimos ensaios de Michael Jackson para a turnê de 2009, “This Is It”? Se não assistiram, vale a pena correr atrás, alugar, comprar, baixar, pedir emprestado, roubar do amigo, independente de ser fã de Michael Jackson, ou de apenas gostar de uma música ou outra. O dvd mostra um verdadeiro maestro que existe atrás do showman que dançava como ninguem (ou do dançarino que era um grande showman?!). Colocando uma lupa sobre a temática do dvd, destaco o motivo desse post: a guitarrista Orianthi.

Se você visse Orianthi em qualquer fotografia, pensaria de cara “tá… É só mais um rostinho bonito com uma guitarra ou violão. Sumiram com a Miley Cyrus e botaram essa?”. A diferença, é que essa toca de verdade! Orianthi lançou no segundo semestre de 2009 o seu primeiro cd Believe, como single “According To You”, que impulsionado pela participação na banda, ensaios e por obra do destino,dvd de Michael Jackson, vendeu milhões de cópias em pouquíssimo tempo. Com 18 anos, foi convidada a tocar com Carlos Santana, o encontro acabou por render um pé no patamar da música internacional, e um contrato com a marca de guitarras PRS. Após tocar com Clapton no Crossroads, participar de uma tour americana com Prince, a australiana atualmente participa de diversos shows com Steve Vai, um de seus mentores, além de não parar de twittar nem por um segundo sobre qualquer assunto (desde culinária até idas e vindas de estúdio). Não sei o que ela faz mais durante o dia: toca guitarra ou twitta pelo celular.

Fato é, que poucos são os guitarristas (homens ou mulheres) que podem dizer que já obtiveram tanta experiência, oportunidade e chamaram tanta atenção tão rapido, quanto essa jovem de 25 anos de idade já conseguiu em poucos anos de carreira. O single usado para divulgar o álbum gruda na cabeça. “According To You” tem o apelo Pop necessário para vender para jovens em todo o mundo, completamente genérico, e ao mesmo tempo se mostra um bom exemplo de como aliar verdadeira técnica na guitarra, ao bom produto de venda, que seria o Single. A guitarrista, se utiliza de métodos complicados e solos rápidos em grande parte das músicas do álbum, embrulhando com fita vermelha e laço cada música.

Um dos maiores indícios de que ainda vamos ouvir falar de Orianthi Panagaris de tempos em tempos, é que além do fato dela se destacar como uma guitarrista com muita técnica e carisma, ela tem o apoio de grandes nomes da música e faz de suas parcerias fortíssimos elos com diversos tipos de público. De Santana a Steve Vai, o percurso da guitarrista já lhe rendeu dezenas de matérias em revistas especializadas em música e guitarra, e a capa da Guitar Player norte americana do mes de março.

Para Por no Som, o clipe de “According To You”, de Orianthi:

por Leonardo Rodrigues Martins

h1

A segunda divisão dos shows internacionais

20/03/2010

Cada vez mais os shows de bandas e artistas estrangeiros no Brasil se tornam comuns. Antigamente as pessoas planejavam uma viagem que incluísse um show do artista preferido na Europa ou em alguma cidade americana. Hoje, basta procurar nos guias culturais ou simplesmente não sair da sua cadeira e fuçar em algum site, que você acha um gringo marcado pra se apresentar em São Paulo. Pode ser um cantor mais ou menos em um bar estranho, um grupo em fim de carreira em uma casa de shows ou até aquela banda que todo mundo conhece marcada pra um lugar com capacidade mínima de trinta mil pessoas.

Até metade dos anos 80 isso era raro, os primeiros shows naquela década foram feitos em estádios. Frank Sinatra no Maracanã e Queen no Morumbi aproveitaram a popularidade e reuniram uma grande quantidade de pessoas em uma única apresentação. Mas foi em 1985, com o primeiro Rock in Rio, que o Brasil mostrou que tinha potencial pra receber grandes shows e artistas de primeira linha.  O festival reuniu um milhão e meio de pessoas e nomes como Queen, Iron Maiden, Ozzy e B-52’s. Foi a partir desse evento que várias bandas começaram a tocar no país e outros festivais foram organizados.

Depois de duas décadas, apesar da boa quantidade de shows realizados e marcados durante o ano, o país ainda não tem uma estrutura voltada exclusivamente pra eles. Faltam arenas pra atender diferentes tipos de apresentações e público. Por exemplo, no Brasil e em outros países se tornou hábito receber os grandes espetáculos em estádios. Mas se em alguns países essa escolha é boa, por aqui nem todo mundo sai satisfeito de ter pago um ingresso caro pra ouvir e ver em péssimas condições ,o que em outros lugares seria um ótimo programa. Isso não deveria ser novidade já que os nossos estádios não estão preparados nem para receber os jogos de futebol… 

Já em shows médios e festivais, os locais usados são sempre os mesmos. Isso não seria um problema se as condições das nossas ‘arenas’ atendessem as necessidades mais básicas como estacionamentos, banheiros e bares. Pra piorar, a própria estrutura do show deixa a desejar, visão limitada e som nem sempre no volume certo mostram que pelo menos na questão de shows internacionais o Brasil ainda está na segunda divisão. 

Outras características marcam as turnês feitas fora do eixo Europa – América do Norte. Pra tocar nesses lugares, o artista e seus empresários, levam em consideração fatores que normalmente não são lembrados, como o tempo de viagem e gastos com o transporte de equipamentos e membros da equipe. Por isso o valor pedido geralmente é grande e reflete no preço do ingresso, sempre muito alto, e que compensa possíveis prejuízos para a banda e organizadores. 

Além disso, os shows trazidos pra a América do Sul são quase sempre no final das turnês, isso explica a performance nem sempre igual ao que se vê em vídeos feitos meses antes. Com o ano todo tomado por apresentações quase que diárias, muitos shows não são vistos por aqui por conta da falta de interesse das bandas de se esforçarem por mais um mês e agradar a milhares de fãs latinos.

Mas ainda é melhor assim do que ficar no quase. Como o que aconteceu recentemente com a banda Gossip, que pela segunda vez em dois anos, cancelou as datas marcadas no país. É claro que eles tem seus motivos, mas os shows marcados para abril nos Estados Unidos estão confirmados. Resta a quem curte a banda, ouvir as músicas e ver os vídeos. E saber que para vê-los ao vivo é melhor fazer como antigamente, marcar viagem para Nova York, Londres, Paris ou qualquer cidade da elite dos shows internacionais. 

Pra por no som, uma apresentação clássica do Queen no Rock In Rio de 85:

Por Diego Menezes

h1

PORNOSOM – (PORNO)Som?

18/03/2010

Para os olhares mais atentos, bons entendedores e claro, aqueles que têm uma imaginação e uma intenção um pouco mais “sacana” o nome “PORNOSOM” alimenta algumas idéias interessantes e pervertidas na cabeça, normal…
Esse blog tem a intenção de mostrar música e dar de leve uma pincelada na pornografia. E porque não misturar os dois? 
Música e sexo fazem total sentido juntos, Música e pornografia não deve ser muito diferente…
Claro que a maneira de expor a pornografia será delicada, um pouco mais contida e porque não divertida?

Portanto fica a dica aqui do primeiro “pornovideo” do por-no-som. E que eu lhes garanto que não tem nada de pornô(oi?). Para entender só assistindo, fica a dica.

Por: Eduardo Medeiros (Dú).